terça-feira, 26 de março de 2024

Boletim de Anelândia: #21 - Minha carreira como autora publicada (Autora de antologias)


 
Oie, pessoas! Boas-vindas a mais uma edição do Boletim de Anelândia.
Decidi finalmente comentar sobre onde comecei a publicar minhas histórias de maneira oficial, estando num livro e tudo o mais. Sim, foram nas antologias!
Dá para acreditar que eu já publiquei um bocado de contos desse jeito? Pois é! Já participei e organizei algumas antologias.
Quero aproveitar a edição de hoje para falar sobre esse assunto, como foi minha experiência e se vale a pena.
 

Como virei autora de antologias


Dez anos atrás, lá em 2014, não lembro exatamente como, deve ter sido através dos milhares de grupos de autores que eu participava naquela (quase) finada rede chamada Facebook, mas acabei encontrando os editais de antologias da Editora Andross e depois de ler, decidi participar. O que eu tinha a perder afinal?
O organizador gostou da minha ideia, mas pediu para eu mudar o conto, pois já tinha um outro com a temática parecida. Então, eu transformei o conto, tirando que um dos personagens havia morrido e o outro não. E assim, meu conto foi aprovado!
Então, nos anos seguintes fui me inscrevendo e participando de várias outras, fosse com contos de romance, terror, até de natal.
Isso porque quando eu comecei nas antologias, eu nem tinha descoberto a minha força como autora de contos... Coisa que eu só fui perceber quando comecei a escrever para o Café com Letra. (Que tem uma edição presente no Boletim de Anelândia.) Mesmo que em ambas eu tivesse dificuldade por causa da quantidade de caracteres ou palavras.
Foto do dia que fiz uma mini sessão de autógrafos lá em 2014, quando publiquei na primeira antologia.
 

As antologias que participei


Listando brevemente cada uma das quais eu participei, comentando brevemente também sobre cada um dos contos/textos presentes neles.

Amor nas Entrelinhas (2014)


A ideia era usar alguma coisa escrita dentro do conto, eu escolhi uma carta e um casal perdido no meio do apocalipse zumbi e os dois queriam se reencontrar. (A temática de Zumbis estava forte na época ainda!)

De repente, nós (2015)


A ideia era escrever histórias sobre união ou separação, então escolhi usar de inspiração um casal de dubladores japoneses: Maaya Sakamoto e Suzumura Kenichi. Os personagens eram amigos na escola, acabaram brigando e cada um seguiu para seu lado, até que eles se reencontraram dentro da nova profissão (já que eles são dubladores).

King Edgar Hotel (2015)


A ideia era escrever uma história ambientada dentro de um mesmo hotel, onde todas as histórias aconteciam no mesmo dia. Na minha, duas amigas acabam escolhendo o hotel para fazer uma noite de festa só delas duas, já que uma brigou com o ex-namorado. Contudo, nada sai como esperado.

Poderes (2016)


O próprio nome já diz a premissa, que são pessoas com poderes, tipo super-heróis ou não. Meu conto é inspirado numa das minhas personagens literárias favoritas, que é capaz de alterar a realidade através da escrita e como esse poder pode dar muito ruim se acabar nas mãos erradas. (O conto que eu reescrevi 4 vezes!)

Valquírias (2017)


A ideia aqui era ser uma antologia feminina e de fantasia, porque tem gente que diz que mulher não sabe escrever esse gênero. Meu conto é sobre uma youkai de gelo e sobre como ela percebe as relações humanas.


MMR: Construtoras do Bem (2018)


Todos do Mulheres são mais textos do que contos. Aqui foram dois: Por você mesmo; Sororidade.

MMR: Parceiros Reais (2019)


Mesma coisa da anterior, mas a temática era só parcerias. O mais legal aqui é que eu publiquei junto com meu digníssimo. Meu texto foi: Parceria para a vida. (Também fui organizadora, mas falo sobre abaixo!)

MMR: Encontro do Dom (2019)


Mesma coisa, mas a temática era com crianças e sobre como descobrimos os dons na infância. Tive que homenagear as minhas primogênitas com o texto: Ser sempre uma Super Agente. (Também fui organizadora aqui!)

Aventuras Natalinas (2021)


A premissa era bem simples, sobre histórias de Natal. Aproveitei a temática para fazer o crossover de dois personagens que sempre achei que se dariam muito bem: Magus e Seiyus. O nome do conto é Meu Pequeno Monstrinho: Um Amigo de Natal.

 

Minha experiência como organizadora de antologias


Além de escrever para antologias, também fiquei como organizadora em algumas. Foram duas do Movimento Mundial Mulheres Reais: Parceiros Reais; Encontro do Dom.
Fui convidada pela criadora do projeto e resolvi participar pois achei que seria uma ótima experiência e aprendizado para minha carreira. E bem, foi, mas não de um jeito legal.
Não querendo cuspir no prato que eu comi, mas foi mais um dos meus grandes picos de estresse. Porque acabou que juntou as coisas da antologia com coisas dos meus livros solo. Tudo isso, só para contextualizar, foi lá em 2019, quando publiquei O Diário da Escrava Amada e o 1º livro de As Aventuras de Jimmy Wayn.
Além disso, havia uma desorganização e falta de comprometimento das pessoas que estavam participando. Coisas que dificultavam e muito a minha função de produzir o arquivo do livro diagramado. A falta de envio de material, a falta de cumprimento de prazos e claro, como algumas pessoas acabaram me desrespeitando durante o processo (como se eu fosse funcionária delas).
Como uma pessoa formada em jornalismo e que chegou a trabalhar um tempo como estagiária num jornal... Sei que existe um período de fechamento para uma edição seja de revista, jornal e até livro. Contudo, cada um dos livros chegou a ficar um mês em fechamento. O que na minha visão é muito, mas muito tempo!
Perdi a conta de quantos ajustes eu fiz, mexia coisa para lá e para cá e não acabava nunca! Alguns dias que eu fiquei até acima do meu limite de horário e fui trabalhar no dia seguinte completamente com sono, porque estava mexendo no arquivo do livro que não ficava pronto.
Isso não foi só com um dos projetos, foi com os dois. Nem sei até hoje como que eu sobrevivi a tudo isso, mas sai com um aprendizado de algo que nunca mais quero fazer.
Isso sem contar a falsidade de algumas pessoas de chegarem no dia de lançamento e me abraçarem como se nada tivesse acontecido, mas me xingaram pelas costas e me cobraram de forma desproporcional.
Até viagem eu cheguei a perder porque esse livro levou um século para ficar pronto! (Fiz o livro na viagem e não acabou também.)
Peço perdão pelo desabafo! Não cheguei a comentar muita coisa na época, mas eu fiquei com a saúde mental bem ferrada. (Pode até ser que alguém que era de lá leia isso, mas foi o que eu senti.)
O que ficou de experiência foi algo que não quero que nunca mais se repita. Aconteceu pois não tinha nenhuma organização e muito menos limites. Duas coisas que, com certeza, quando for fazer a antologia da minha editora, vou querer fazer. Tanto que até fiz um vídeo no canal de autora sobre o tema!

 

Vale a pena participar de antologias?


Essa pergunta fica aqui no ar para qualquer outro autor que tenha interesse ou esteja pensando em participar de antologias. Sim, vale super a pena! Só tem, claro, algumas pequenas dificuldades que vou listar.
Primeiro é ler o edital direitinho, pois sempre é importante saber de todas as regras e para cumprir os prazos e mandar o que é pedido certinho. 
Segundo que tem que já ter um pequeno público para poder vender os livros da antologia – se ela for em físico. Pois algumas editoras dão uma cota de livros para os autores venderem.
Terceiro que é bem provável que você tenha que mexer no conto algumas vezes para que ele fique nos conformes. (Isso em qualquer publicação, na real!)
Quarto que é importante lembrar, talvez seu conto seja só mais um no meio de tantos, mas ele ainda é seu. Pode não ser o melhor da antologia, mas te escolheram por algum motivo.
No mais, é super válido para conquistar público, fazer seu nome ser um bocadinho mais reconhecido e até se inserir melhor no mercado editorial.
Antologias são sim uma excelente porta de entrada para os autores novos e que sonha em ter suas histórias publicadas.
 

Bem, pessoal, é isto!
Minha pequena e humilde experiência com as antologias.
Nos vemos no próximo “Boletim de Anelândia”!

quinta-feira, 21 de março de 2024

Boletim de Anelândia: #12 - O Herói Amigo do Sol (Falando sobre a minha editora: Herói)

Publicada originalmente em 10 de Janeiro de 2023.

 
Olá, pessoas!
Mais uma semana e mais uma edição do nosso Boletim de Anelândia no ar!
Dessa vez quero falar um pouco sobre um dos meus grandes projetos, que nem sei se todos conhecem ou sequer sabem. Quis separar a edição de hoje para falar um pouco sobre a minha editora, que é a Herói.
Eu comento bem por cima, mas quero falar os motivos e claro aproveitar para divulgar um pouco o nosso trabalho né?
Então, bora lá!

A ideia de abrir a editora


Confesso que a vontade de abrir uma editora era só uma coisa bastante remota e que achei impossível - e que ia precisar de bastante grana para isso.

Eu estou nessa vida de autora publicada desde 2014 e já passei por alguns bocados nesse caminho, publicando em antologias, participando como organizadora e também acompanhei muitos casos de autores que sofreram na mão de algumas editoras. E bom, por esses motivos, que eu primeiro decidi seguir como autora independente e foi como fiz a publicação dos meus primeiros livros solo.
Depois de participar da Bienal em 2019, numa maratona maluca conciliando meu trabalho formal - onde estava no primeiro ano ainda - junto com participar do evento, eu e meu “conje” decidimos que talvez fosse uma boa que abrissemos a nossa própria editora, pelo menos para começar com meus livros.
E lá em 2020, nós oficialmente abrimos a Herói Editora. 

Quem somos nós?

A editora foi aberta por mim, meu noivo e meu irmão. Vou deixar para vocês um pouco sobre nós!

Anelise Vaz
Gerente de Comunicação e sócia-fundadora

Escritora desde os 11 anos, seus primeiros livros eram suas brincadeiras de infância.
Sempre teve o sonho de publicar seus livros, porém só foi realizar o sonho de ser publicada em 2014, através de um conto em uma antologia.
Pouco depois, em 2016, publicou o primeiro livro na Amazon: As Aventuras de Jimmy Wayn – O Menino Virgem. Em 2019, finalmente publicou seu primeiro físico solo, que foi o próprio Jimmy e pouco depois O Diário da Escrava Amada.
Sua formação é em Letras/Literatura e em Jornalismo.
Além de escritora é Blogueira, Otaku, Fã de dublador japonês, Amante de música japonesa, Fã de Minori Chihara.

Elias Vaz
Diretor de arte e sócio-fundador

Desde pequeno apaixonado por desenhos animados, animes e super heróis, pausando as fitas VHS para replicar os personagens, resolveu criar os próprios aos 7 anos. Daí em diante, não conseguiu parar.
Suas ilustrações viajam pela internet, ganhando reconhecimento até criar a capa de alguns livros.

Marcus Almeida
Editor-chefe e sócio-fundador

Apaixonado por leitura desde que aprendeu a ler. Com tantos anos lendo diversos livros diferentes, desenvolveu um gosto por avaliar escritos.
De vez em quando, trabalha em suas próprias histórias e poesias, mas tem uma timidez para mostrá-las e talvez elas nunca vejam a luz do dia.
Trabalha como roteirista em outros projetos, além de ser revisor, leitor crítico, tradutor e editor de vários livros nacionais, como por exemplo, os da autora Lari Lourenço.
Participou da antologia Mulheres Reais - Parceiros Reais junto com a autora Anelise Vaz.

O mascote e os outros personagens

É uma coisa bastante pessoal de se falar, mas a origem do nome da editora é uma homenagem a um pequeno herói que em sua curta passagem neste mundo salvou uma vida e mudou várias. Seu nome é Ali Ravi, que significa Amigo do Sol. Então, ele é a nossa inspiração e o mascote da editora. E por esse motivo também, um dos nossos símbolos é justamente o Girassol.

Porém, ele não é o único personagem da editora. Temos uma série de tirinhas, onde os personagens são inspirados nos fundadores, em que os personagens seguem como aventureiros de RPG. Cada um com sua função, poderes e claro, as cores. São eles:

Elel Eise é uma bruxa capaz de invocar servos e usar magias de controle de grupo. Seu grimório ancestral carrega seus segredos arcanos e a cada novo aprendizado, uma página se preenche. Está sempre disposta a ajudar e aprender, mesmo não tendo paciência para algumas situações.

Eleeyasvlav Turrs ("Leea" para os íntimos) é o mago residente do grupo. Suas magias são de maior potencial destrutivo e são conjuradas por desenhos feitos pelo seu cajado. Não é de muitas palavras, reservando-se o direito de falar somente o necessário. Seu temperamento frio e indiferente é constantemente colocado à prova pela presença de seus companheiros.

Moku Yo Heiki é o monge da equipe, um especialista em combate corpo-a-corpo. Com auxílio do seu bastão mágico, ele é capaz de derrotar inimigos com um só golpe. Sempre tem um plano na manga, especialmente nas situações periclitantes. É determinado, persistente e perigosamente corajoso, sendo não só a solução, mas a origem dos problemas do grupo.
 

Trabalhando com outros autores nacionais

A primeira ideia da editora era para fazer a publicação dos meus livros, porque a gente quer realmente ir com mais calma e não sair publicando muita coisa de uma vez só. Tudo bem que o período da pandemia influenciou muito isto também.
Só que não significa que nós não trabalhamos com outros autores nacionais. Uma das nossas propostas é justamente ajudar os autores com suas publicações, sejam elas com a gente (que ainda vai ser mais pra frente) ou fazendo de maneira independente.
Por isso, oferecemos pros autores serviços editoriais - e necessários para a publicação do livro - como revisão, leitura crítica, diagramação, capa. Se você que está lendo esta edição do Boletim de Anelândia e é autor que está procurando algum desses serviços, só entrar em contato com a gente viu?
Já temos alguns autores trabalhando conosco e não é porque sou uma das fundadoras, mas todos ficam muito satisfeitos com o nosso trabalho.

A antologia Bravura

Uma das coisas que nós planejamos é fazer a nossa antologia, que também entrou em stand by por causa da pandemia e estamos sem previsão para ela por ora.
A temática dela é Bravura, onde queremos histórias sobre heroísmo.
Já temos a capa, com o nosso mascote Ali e também a sinopse.

Bravura. Coragem. Ímpeto. Valentia.
Atos que desafiam o bom senso em prol de algo maior. Pode resultar numa demonstração de força interna ou externa, mas é certo que culmina no momento em que apesar das chances não estarem a favor e do medo tomar conta, se opta em seguir em frente e enfrentar o perigo.
As histórias presentes aqui representam estes atos, em suas diversas formas e em seus diversos contextos, contadas através das palavras de autores que carregam a bravura em seus corações.


É um projeto que queremos muitos que vá para frente, pois tem bem a cara da editora.
 
 
Bem, pessoal, é isto!
Uma pequena apresentação sobre a minha editora para quem não conhece. Estamos começando devagar, mas estamos indo.
Até a próxima edição do Boletim de Anelândia!

quarta-feira, 20 de março de 2024

Boletim de Anelândia: #11 - Projetos Literários para 2023 (Vem Aí 2023?)

Publicada originalmente em 31 de Janeiro de 2023.


Olá, pessoas! Estou de volta!
Enfim, ano de 2023 começando e nada mais justo do que separa uma edição para falar sobre os projetos literários que pretendo trabalhar durante o ano.
Alguns são a escrita dos ditos cujos, mas é claro que temos uns vem aí!
Enfim, segue a lista!

Terminar As Super Agentes e o livro das magias


Desde 2020 que eu estou trabalhando na reescrita da nova versão do meu primeiro livro. Em 2022, ele acabou ficando um pouco pausado por conta do projeto de contos, que deu super certo.
Tem uma edição do Boletim de Anelândia falando sobre elas, mas em resumo é um livro com agentes, com figuras mitológicas brasileiras e personagens que estão comigo tem mais de 15 anos e eu amo!
O pior de tudo é que eu já escrevi mais de 170 páginas e não cheguei nem na metade da história. Acho que vem um calhamaço por ai!
Tem que planejar os próximos acontecimentos e prosseguir com a escrita. Não tenho certeza se termino este ano.
Bom, quem tiver interesse em conhecer, os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura gratuita.


Lançar As Aventuras de Jimmy Wayn 3 + 2º Edição JV1


Esse aqui deste ano não passa! Primeiro porque eu preciso de lançamento para a Bienal Rio e porque o livro está pronto e é bem mais fácil né? Só tenho que digitar o arquivo manuscrito todo. (Pois é, eu escrevi vários livros meus a mão!)
As Aventuras de Jimmy Wayn é uma série de livros young adult, narrado pelo Jimmy, contando sobre sua vida na escola, sua família e até a sua banda. Ainda teremos uma edição do Boletim para falar sobre o menino JV.
E este terceiro livro da série - Reviravolta na Família - ficou comigo durante alguns anos, sendo que eu o terminei lá em 2019 e queria lançar em 2021 - porque 2020 saiu o JV2 - mas por conta de outras coisas não rolou.
É o livro mais complexo da série até então e que eu amei escrever.
E como a primeira edição do primeiro volume - O Menino Virgem - acabou, vou ter que imprimir mais, porque não dá para vender sem o primeiro de tudo.
Então, fiquem ligados para as novidades sobre o JV em breve!
Por enquanto, os dois primeiros livros estão disponíveis para leitura na Amazon.

Publicação Contemporânea Erótica


Esse daqui também era meta de 2022, mas como vocês sabem né, não rolou!
Tivemos uma edição do Boletim sobre essa história que acompanha uma blogueira e uma fotógrafo que se conhecem e se relacionam de uma maneira inusitada.
Eu terminei de publicar o livro nas plataformas digitais e ele está por lá completo por ora!
Mas, vou dar uma revisada, arrumar o que for necessário e ele irá para a Amazon. Ficando só a degustação depois disponível gratuitamente.
E deve rolar também uma versão física dele, mas numa prensagem pequena, para colocar nos eventos e na Bienal também. (Sempre bom ter o livro na mão porque atrai a pessoa para comprar.)


História nova (Sigla DF)


E sim, temos uma história nova! *todos comemoram*
Eu estou pensando nela desde a metade de 2022 e resolvi que finalmente vou escrevê-la.
Mas, como se fosse do meu feito, não quero falar muito sobre ela… Primeiro nem comecei a escrever e segundo é que eu quero fazer um suspense. (Se bem que a minha capacidade de guardar segredo sobre alguma coisa da minha carreira de escritora é de 5 minutos.)
Só para não deixar vocês tão escuro vai seguir uma linha parecida com a Contemporânea Erótica, uma história de romance mais adulta, só que é inspirada num dorama que eu amo e uma mangá que eu amo também.
Inclusive, um dos locais e dos personagens da história já apareceram num dos contos do “12 Meses com Minorin”.
A sigla é DF, que quando sair a edição do Boletim de Anelândia falando só sobre ela, eu direi finalmente o nome.
Quem sabem não solte os primeiros capítulos dela aqui em primeira mão né?
Bem provável que ela vá, assim como outras histórias minhas, ser postada no Nyah, Wattpad e Contos Anê Blog.

Publicação “12 Meses com Minorin”?


Pois é, eu fiz um projeto de contos durante 2022 e acabou o ano e eu não sei o que eu faço com estes contos todos que ficaram.
Não sei se lanço eles separados na Amazon, se lanço todos juntos na Amazon, se faço uma versão física como um livro. Eu realmente não sei, mas eu sei que vai dar um trabalho! Vou ter que ver questão de capa, porque nem posso usar a foto da Minorin e também de revisar e diagramar bonitinho.
Falei melhor sobre aqui também e todos os contos estão disponíveis para leitura gratuita!


Bem, pessoal, é isto! Esta autora está cheia de programações para o ano de 2023, vamos ver se vou conseguir cumprir né?
Até a próxima!
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