sexta-feira, 28 de março de 2014

Capítulo 2 - A primeira vez

No dia seguinte, um sábado, como Kazuko costuma dormir até mais tarde, resolvi continuar a ler o diário dela.
A propósito, nem me apresentei. Eu sou Miyasaki Makoto, tenho 25 anos.
Eu tinha 21 quando comprei Kazuko e o fiz porque me pai insistiu muito. Na minha mente, não queria tratar mal a Kazuko, eu não sou assim. Passei minha vida vendo isso, nem queria para mim.
Entretanto, já que tinha uma escrava, por que não fazer uso dela? Prometi a mim que a trataria bem e a deixaria bem livre.
Sentei-me na escrivaninha e abri onde havia parado. Aquilo datava do dia seguinte.

"Diário,
Finalmente voltei!
Bem, eu passei a noite no quarto dele. Mas vamos por partes e em ordem cronológica.
Depois de ter me chamado, a empregada me encaminhou até o quarto dele. Entrei e ele me cumprimentou:
–Boa noite, senhorita!
–Boa noite, meu senhor!
–Eu sou Miyasaki Makoto. E você?
–Hirasawa Kazuko."

Eu sabia o nome dela, perguntei por questão de formalidade.

"-Belo nome. Bem, vamos conversar um pouco...
–Conversar?!
–Sim. Depois vamos ao que interessa.
Então começamos a conversar. Ele parecia interessado sobre o meu antes dali, mas não tinha perguntado nada em relação "ao que interessa". E tinha certeza que não demoraria muito e foi o que aconteceu.
–E já teve alguma relação sexual?"

Sim! Eu perguntei desse jeito formal. RIAM DE MIM!

"Respondi baixinho e com as bochechas coradas:
–Não. Eu sou virgem!
–Hum... - disse me olhando de baixo a cima - Tire a roupa.
O que eu podia fazer? Primeiro tirei o meu roupão de seda, depois a camisola e a roupa íntima. Fiquei nua na frente daquele homem. Ele me circundou e disse:
–Que belo corpo você tem. É magra, média estatura, seios um pouco fartos e um bumbum lindo.
Makoto chegou atrás de mim e agarrou meus seios, apalpando-os e gostando daquilo.
–Que macios!
Aquilo me constrangia um pouco. Então, ele olhou para os meus cabelos, passou a mão neles e cheirou-os. Finalmente ficou a minha frente e falou com um sorriso no rosto:
–Deite-se na cama!
Makoto se despiu e ficou só de roupa íntima. Ele foi até a cama, olhou para mim e disse:
–Como hoje é sua primeira vez, deixarei você mais passiva. Farei o trabalho sujo, mas na próxima vez será você.
Eu não entendi aquilo. Com nenhuma das minhas amigas foi assim, tenho certeza."

Eu fiz desse jeito para que ela não tivesse uma lembrança ruim da primeira vez. Tudo bem que... A primeira vez nunca é agradável, porém não queria tornar isto ainda pior para ela.

"Com toda essa situação, achei que até ele fosse me beijar.
Bem... Ele beijou. Não minha boca, mas meus seios e minha barriga. Ele começou a chupar meus seios e lambê-los com tanta vontade que não me contive em não gemer.
Aquela sensação... Parecia cócegas. Não aquela que você quer se afastar ou sair correndo porque incomoda. Era uma que dá vontade de mais e mais.
Ao mesmo tempo que lambia, Makoto os apertava com as mãos. Aquilo estava tão bom! Sabia também que iria parar logo. Ele queria o que tinha em baixo. De repente, uma das mãos dele desceu para a parte de baixo. Começou a mexer e procurar a minha vagina. Com a carícia nos seios acabei ficando molhada em baixo e ele nem demorou a achar. Logo colocou um dedo e eu dei uma puxada para trás com o susto, fora o gemido. Makoto olhou para mim.
–Se assustou? Calma! É só o começo. Tem uma coisa maior para entrar aí. Mas, primeiro, preciso abrir um espaço.
E colocou dois dedos dessas vez, o que me fez soltar um gemido de dor. Fez um vai-e-vem com os dois dedos dentro por um tempo. Em seguida, tirou sua cueca. Eu vi seu pênis (nunca havia visto um), estava vermelho e rígido.
Makoto estava com uma cara de que queria gozar logo, ou pelo menos, penetrar logo."

Pois é, eu estava há um tempo sem esse tipo de coisa. Queria tirar logo o meu atraso.
Estou lembrando da expressão dela quando viu meu membro. (risos)

"Eu olhei para ele, meio chocada e aflita. Como aquilo entrararia em mim? Ele segurou-o e falou:
–Abra as pernas.
Fiz o que ele mandou.
Makoto foi colocando devagar, devido a dificuldade. As caretas que fazia equivaliam a dor que sentia. Sentia-me sendo rasgada e como ardia. Quando o pênis inteiro de Makoto se sencaixou na minha vagina, nós dois estávamos ofegantes.
Olhamo-nos e não trocamos uma palavra. Makoto se ajeitou e ficou bem próximo de mim e começou a fazer o vai-e-vem. Minha dor voltou!
Eu estava com as pernas abertas, com os pês apoiados na cama. Ele, no meio do seu movimento, me chamou.
–Kazuko, coloque suas pernas em cima das minhas costas.
Ele me chamou pelo nome?!"

Eu tinha me esquecido que dei esse mole. MERDA!

"Coloquei as pernas conforme ele pediu.
O pênis dele entrava e saia. Toda vez que entrava, eu dava um gemido forte. Estava gostando disso, apesar da dor.
Caramba, escravas não podem sentir prazer. Devemos oferecê-lo.
Depois de alguns minutos, Makoto falou, muito ofegante:
–Não estou aguentado. Vou gozar!
Ao dizer isso, soltou um suspiro de alívio e eu senti uma coisa quente dentro de mim se espalhar. Ele tirou-o de dentro de mim e deitou-se do outro lado da cama. Olhou para o teto por um tempo e se levantou. Pegou sua roupa e vestiu-a. Jogou a minha calcinha para que eu a vestisse.
Levantei da cama e falei com ele:
–Posso voltar ao meu quarto, senhor?
–Não! Continue aqui.
–Vai querer fazer mais vezes?
–Não. A senhorita vai dormir comigo.
Eu me choquei. Ele não faz nada que me foi contado sobre as escravas.
–Tudo bem, senhor.
Makoto apontou a cama. Deitei-me de um lado, ele do outro. Desejamo-nos boa noite e dormimos.
Acordei com o sol batendo em meu rosto. Levantei-me e vi que Makoto não estava no quarto. Vesti as minhas roupas e sai. Ia me dirigir ao meu quarto, porém fui abordada pela empregada:
–Senhorita Hirasawa, o senhor Miyasaki a espera para tomar café-da-manhã.
Me dirigi a sala de jantar e Makoto estava lá a minha espera.
–Bom dia!
–Bom dia, senhor!
–Pode me de chamar de Miyasaki ou Makoto, se quiser.
–Por que está sendo tão atencioso comigo? Só porque é meu 1º dia?
–Não! Apesar da sua classe baixa, ainda é uma pessoa, como eu. Acho que a senhorita merece isto.
–Pode me chamar de Kazuko, Makoto.
Ele sorriu e falou:
–Tudo bem, Kazuko. Alias, tenho que lhe explicar as regras quanto a você.
–Pode falar.
–Você sempre dormirá comigo em meu quarto quando te chamar; Fará todas as suas refeições comigo e aqui, na sala de jantar; Fora isso, ficará o resto do tempo trancada em seu quarto.
Confirmei que concordava.
Comemos conversando sobre ele desta vez. Achei o Makoto simpático, mas geralmente os donos não exigem tanto quando não estamos na cama com eles.
Isto ele deve ser como todos os outros: exigente na cama."

Caramba, foi isto que ela achou da nossa primeira vez?! Acho que não traumatizei ninguém. (risos) Preciso continuar lendo! É muito interessante. MESMO!
Depois da leitura, fui acordar Kazuko para tomarmos café juntos, como fazemos desde aquele dia.

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